Por Edgard Charles Stuber

 

Tenho escrito bastante sobre inovação e as rotinas empresariais que consomem o dia a dia nas empresas. São múltiplas e infindáveis reuniões, gerenciamento de e-mails, preocupações com processos que garantam eficiência e qualidade dos produtos e serviços e uma infinidade de tarefas que não deixam tempo para pensarmos de forma diferente e criativa durante o expediente de trabalho. Sendo assim, a inovação torna-se um desejo difícil de ser concretizado.

 

Desde o ano passado, venho trabalhando em parceria com Reinhold Steinbeck, pesquisador associado ao Center for Design Research da Universidade de Stanford, e juntos temos realizado diversos projetos e workshops sobre inovação no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Em nossas práticas, percebemos que existe uma demanda implícita nessa área, ou seja, algumas organizações sabem que precisam inovar, mas não sabem como encaixar essa necessidade em suas rotinas diárias. Outras, por outro lado, têm demandas latentes, ou seja, não perceberam ainda que a inovação pode lhes trazer uma grande vantagem competitiva no mercado. No bom estilo do Design Thinking, elaboramos o seguinte desafio: Como podemos ajudar as organizações a inovar?

 

Baseado nessa necessidade do mercado, decidimos começar uma nova consultoria em inovação, a Intoactions. O nome que escolhemos já mostra a proposta de valor da nossa empresa, focada na aplicação de novas ideias com o objetivo de gerar resultado positivo na cultura organizacional. Queremos auxiliar as organizações a crescerem através da inovação. Nossa proposta não é focar no lançamento de novos produtos e tecnologias para depois tentar encontrar aplicações para as mesmas, mas trazer inovação de maneira prática, através da resolução de problemas que afetam as pessoas, utilizando a metodologia do Design Thinking. Assim, o slogan da empresa é Making Innovation Happen!

 

Estamos cientes, no entanto, que ter apenas boas ideias não é o suficiente. Muitas vezes, as boas ideias acabam sendo “executadas” – no sentido literal de serem sufocadas e mortas – antes mesmo de irem para o mercado. Queremos trabalhar lado a lado com as organizações para ajudá-las a gerar novas ideias, mas também acompanhar a implementação delas.

 

Pretendemos trabalhar com empresas do setor privado, ONGs, hospitais, instituições de educação, prestadoras de serviços, governos e projetos de inovação social de alto impacto. Para isso, oferecemos três tipos de serviços: Academia (treinamentos), Consultoria (projetos de inovação) e Cenários (inovação do tradicional planejamento estratégico).

 

A Intoactions já nasce com uma rede de parcerias nacionais e internacionais, sediadas em Florianópolis, Nova Iorque, Londres, San Francisco e Tel Aviv, que podem ser ativadas para participarem dos projetos, conforme as especificidades e necessidades apresentadas.

 

Nos próximos posts irei falar sobre os workshops que facilitamos recentemente. Deixo aqui o endereço do web site da nossa nova empresa para que vocês possam explorar e conhecer um pouco mais o nosso trabalho: http://intoactions.com.

 

Dentro da filosofia do Design Thinking, feedbacks são muito bem aceitos!

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