Por Edgard Charles Stuber

 

O Design Thinking é um tema que cada vez mais vem despertando polêmicas discussões. Trata-se de um método de resolução de problemas que aborda de forma sistêmica o local onde ocorre o problema e, usando o processo criativo, visa chegar a múltiplas possibilidades de soluções, as quais serão modeladas, testadas e aperfeiçoadas.

Cabe ressaltar que passamos o dia resolvendo problemas, sejam profissionais, pessoais, familiares, econômicos ou sociais. Um problema pode ser encarado, entre muitas outras definições, como a distância entre o que temos e o que queremos.

O Design Thinking teve suas origens na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos (falaremos mais a respeito nos próximos posts) e é mais conhecido como design centrado no ser humano, pois considera todos os atores envolvidos na situação a qual se deseja solucionar. A partir deste entendimento é possível recolocar o problema e iniciar uma seção de ideação, que consiste na geração de muitas ideias, para então selecionar as melhores a serem testadas.

Parece um processo confuso, mas, na verdade, é um processo sistêmico, muito diferente do método de solução de problemas proposto pelo japonês Kaoru Ishikawa e conhecido como Diagrama Espinha de Peixe, ou Causa e Efeito, muito utilizado na administração de empresas para solucionar problemas fabris. A diferença é que o Diagrama Espinha de Peixe é um método linear que já não resolve mais os complexos problemas cotidianos atuais das empresas.

Para falar em criatividade, devemos formular as perguntas certas que irão gerar múltiplas possibilidades de soluções. Este é o motivo pelo qual, na Homepage deste website, há algumas questões que devem ser debatidas e que trazem reflexão para as organizações.

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